Acompanhamento pré-natal garante prevenção e diagnóstico de doenças durante a gravidez

Garantido pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA – Lei 8.069/90), o pré-natal é um acompanhamento da saúde da gestante e do bebê, realizado desde o momento que se confirma a gravidez até o parto. Ele é essencial para que ambos atravessem a gestação de forma saudável, garantindo a prevenção precoce de doenças, além de orientar a mulher sobre temas importantes referentes à maternidade.
O monitoramento de indicadores simples como o ganho de peso, o crescimento do bebê e sua movimentação intrauterina, além de questões relacionadas à alimentação, podem fazer a diferença para garantir que tudo transcorra da melhor maneira possível para mãe e filho. Outro monitoramento simples, da pressão arterial, pode identificar precocemente o risco de pré-eclâmpsia, elevação da pressão na gestação, que, quando não diagnosticada e controlada, pode levar a complicações graves.
O pré-natal permite identificar ainda outras doenças que já estavam presentes no organismo, evoluindo de forma silenciosa, como o diabetes, doenças do coração, anemias e sífilis; também detecta eventuais problemas fetais, vários deles passíveis de serem tratados durante a gestação.
Acompanhamento na rede pública municipal – Garantir o acompanhamento pré-natal nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de São Paulo é fácil: basta procurar a unidade mais próxima com os documentos pessoais ou cartão do SUS. Com o cadastro e o início do atendimento, são realizados exames de sangue para pesquisa de anemia, diabetes, hepatite B e C, sífilis, HIV e outras doenças ou alterações, além da a ultrassonografia obstétrica inicial e exame de urina para detectar casos de infecção urinária (que é uma das principais causas de partos prematuros, além de representar risco de infecção para o bebê).
Depois dos exames iniciais, se a gestação é considerada de baixo risco o acompanhamento é realizado alternadamente por médico e enfermeiro, com intervalos das consultas variando de acordo com o caso. Em geral, a consulta é mensal até o 7º mês e, após este prazo, se tornam mais próximas. Se for considerada de alto risco, a gravidez será acompanhada, ainda, por um médico especializado ao longo de todo o período. Fonte: capital.sp.gov.br

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