São Paulo promete retomar obra do Metrô em até 90 dias

Iniciadas em 2015 e interrompidas no ano seguinte depois de uma série de problemas e até implicações com a Lava Jato, as obras da linha 6-Laranja do Metrô deverão ser retomadas dentro de até 90 dias.
A previsão foi feita pelo governo do estado a partir do início do contrato com a construtora espanhola Acciona, que assumiu nesta terça-feira (7) a PPP (Parceria Público-Privada) para construir e operar o ramal no lugar do consórcio Move SP.
A linha 6-Laranja terá 15 estações e vai ligar a região da Brasilândia, na zona norte, ao centro da capital, fazendo integrações com outras duas linhas do Metrô e duas da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos).
O governador João Doria (PSDB) comemorou ontem o acordo e disse que a retomada deverá gerar 9.000 empregos diretos. A expectativa extraoficial é de que linha pode ser entregue em quatro anos.
Se o prazo oferecido para a conclusão da obra tivesse sido cumprido quando os trabalhos foram iniciados, em 2020 a comemoração seria outra, a da inauguração da linha.
Inicialmente, quem assumiu o projeto orçado em R$ 12 bilhões foi o Consórcio Move SP, que ganhou a concorrência para tocar as obras e também operar o ramal por 25 nos.
O contrato foi assinado em 2013, mas os trabalhos só começaram dois anos depois em função de problemas financeiros e dificuldades com as desapropriações.
Depois, vieram os impactos da operação Lava Jato, que apontaram envolvimento das construtoras do Move SP no escândalo de corrupção. Alegando dificuldades para obter financiamentos, o consórcio interrompeu as obras em setembro de 2016, com pouco mais de 10% do total concluído.

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