Com o plantio simbólico de 1.000 árvores sob o Viaduto Santa Ifigênia, um dos cartões postais da cidade, a Prefeitura de São Paulo entregou quatro novos Bosques Urbanos na região central nesta terça-feira, 4 de agosto, ampliando para 20 o número de áreas verdes do projeto, implantadas em diferentes regiões do município. Esses novos espaços receberam mais de 4 mil mudas e agora, no total, os Bosques Urbanos passam a somar 97.015 m² de áreas verdes e 24.710 mudas plantadas, um grande reforço para a arborização e a recuperação ambiental em áreas densamente urbanizadas.
Logo após plantar um ipê-roxo e um pau-ferro no Bosque Urbano Suiriri, implantado sob o Viaduto Santa Ifigênia, o prefeito Ricardo Nunes destacou a transformação de uma área antes degradada em um novo espaço verde para a população. O bosque integra a requalificação do entorno do viaduto e está recebendo cerca de 1.700 árvores, sendo que mil foram plantadas nesta terça, formando uma nova área de cobertura vegetal em uma das regiões mais adensadas da cidade.
“Esse era um espaço que estava degradado e hoje está completamente revitalizado. Só este bosque vai receber cerca de 1.700 árvores, formando praticamente uma mata em uma região que precisava de mais verde”, afirmou o prefeito.
Além de ampliar a cobertura vegetal, os Bosques Urbanos cumprem um papel estratégico na adaptação da cidade às mudanças climáticas. Implantados em áreas com pouca vegetação, ajudam a reduzir as ilhas de calor, melhorar a qualidade do ar, favorecer a drenagem do solo durante as chuvas e criar ambientes mais equilibrados para a fauna e a população.
As novas unidades são o Bosque Suiriri, sob o Viaduto Santa Ifigênia; o Bosque Mariquita, na Avenida 23 de Maio; o Bosque Pica-Pau, na Avenida do Estado; e o Bosque Pintassilgo, na Rua João Passalaqua. A iniciativa leva mais verde para o Centro, uma das regiões mais urbanizadas da cidade.
O prefeito Ricardo Nunes também ressaltou que a implantação dos Bosques Urbanos é resultado da atuação conjunta da Prefeitura com entidades e moradores, envolvendo as secretarias municipais e representantes da sociedade civil no plantio e na preservação dos espaços. Entre as espécies plantadas estão ipês branco, roxo, amarelo e rosa, pau-ferro, jerivá, araucária, peroba-rosa, jatobá, cambuci, grumixama, pitanga, uvaia, gabiroba, paineira, palmito-juçara e manacá-da-serra, entre outras árvores nativas da Mata Atlântica selecionadas para favorecer a biodiversidade e a adaptação às características do local.
De acordo com o secretário municipal das Subprefeituras, Fabricio Cobra, além de serem um investimento na qualidade de vida da população e no futuro da cidade, os Bosques Urbanos também recuperam áreas pouco verdes, ampliando a cobertura vegetal e criando espaços que favorecem a biodiversidade, ajudam a reduzir os impactos das mudanças climáticas e proporcionam mais bem-estar para quem vive e circula por São Paulo. “Mais importante ainda é o envolvimento da população durante essas ações de plantios, onde vemos pessoas de todas as idades reunidas pelo bem-estar da nossa cidade”, destaca.
Os Bosques Urbanos também funcionam como verdadeiros berçários naturais para a fauna, especialmente para as aves. Cada bosque recebe o nome de uma espécie e reúne árvores escolhidas de acordo com os alimentos que oferecem, favorecendo sua permanência e reprodução no ambiente urbano. No Bosque Mariquita, por exemplo, os jerivás fornecem frutos que fazem parte da dieta dessas aves.
Fonte: capital.sp.gov.br
JORNAL E REVISTA NOSSO BAIRRO Informação precisa para você !