Idosos devem redobrar os cuidados com a hidratação durante o verão

Durante os períodos de calor intenso, a hidratação precisa ser reforçada, especialmente entre as pessoas idosas. Com o avanço da idade, a sensação de sede diminui, o que pode levar à ingestão insuficiente de líquidos e aumentar os riscos à saúde. De forma geral, recomenda-se o consumo mínimo de 30 ml de água por quilo de peso corporal por dia. Por exemplo, uma pessoa de 70 kg deve ingerir cerca de 2 litros por dia.
A desidratação dá sinais com confusão mental, agitação, cansaço excessivo e sonolência, além de aumentar as chances de tonturas e quedas. Outros sintomas incluem diminuição da quantidade de urina, urina mais escura, boca e olhos secos, pele ressecada ou mais flácida e mucosas pálidas. Em quadros mais graves, pode haver necessidade de atendimento médico imediato.
Ao perceber sinais de desidratação, a Prefeitura de São Paulo recomenda a busca por atendimento em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), Assistência Médica Ambulatorial (AMA) ou Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima.
A localização dos equipamentos da rede municipal está disponível na plataforma Busca Saúde: http://buscasaude.prefeitura.sp.gov.br . Em casos de urgência, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) pode ser acionado pelo telefone 192.
Confira abaixo as recomendações da Prefeitura para os dias de calor:
A importância da hidratação – A principal forma de prevenção é beber líquidos ao longo do dia, principalmente água, mesmo sem sentir sede. Para idosos que vivem com familiares, cuidadores ou em instituições, o consumo deve ser estimulado e acompanhado. Quem vive sozinho deve criar uma rotina de hidratação, com horários definidos, seguindo as orientações da equipe de saúde.
Além da água, podem ser oferecidos sucos naturais, água de coco e chás claros e frescos. Aromatizar a água com frutas ou ervas pode ajudar. Bebidas alcoólicas e açucaradas devem ser evitadas, pois favorecem a desidratação.
O consumo mínimo é de 30 ml de água por quilo de peso corporal por dia, mas em situações de calor intenso, doenças crônicas ou condições específicas, essa quantidade pode variar e deve ser ajustada por um profissional de saúde.
Alimentação e outros cuidados: usar roupas leves e claras, evitar o sol entre 10h e 16h e praticar atividades físicas no início da manhã ou no fim da tarde ajudam a reduzir os efeitos do calor. Manter os ambientes ventilados e, em dias secos, utilizar umidificadores ou recipientes com água também contribui para o conforto.
A alimentação deve ser leve, com frutas, legumes e verduras ricos em água, como melancia, melão, laranja, abacaxi, maçã, pepino, alface, tomate e abobrinha.
Cuidados com idosos acamados: idosos acamados têm maior risco de desidratação e aumento da temperatura corporal. Devem permanecer em ambientes frescos e ventilados, sem exposição direta ao sol. Ventiladores não devem ter o fluxo de ar direcionados diretamente para a pessoa.
A oferta de líquidos deve ser frequente. Compressas frias ou mornas em regiões como axilas, pescoço e pulsos podem ajudar no conforto térmico. As roupas devem ser leves, preferencialmente de algodão, com trocas regulares de roupas pessoais e de cama. Também é importante mudar de posição em intervalos regulares.

Fonte: capital.sp.gov.br

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