Instituto Bem do Estar e Noz conduzem pesquisa sobre saúde mental do brasileiro e distanciamento social

O Brasil é o país mais ansioso em todo mundo: um a cada 11 habitantes possui a doença, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). Hoje, o país contabiliza 16,8 milhões de pessoas que sofrem com a ansiedade. A depressão, por sua vez, em estatísticas anteriores à pandemia, será a maior causa de incapacitação no mundo até o final de 2030. Um dos principais sinais dos transtornos mentais é o isolamento social; diante do cenário causado pelo covid-19 – no qual somos obrigados a ficar em estado de confinamento –, essa condição necessária ao momento pode potencializar os transtornos de ansiedade e depressão. Para entender o impacto do distanciamento social na saúde da mente, o Instituto Bem do Estar e a NOZ conduzem uma pesquisa online até 31 de maio.
Segundo Isabel Marçal, cofundadora do Instituto Bem do Estar e uma das coordenadoras da pesquisa, em um cenário de incertezas, medo e alteração substancial da rotina diária, estamos sendo submetidos a uma dose extra de estresse e ansiedade. “Nesse contexto, precisamos falar mais sobre saúde da mente a partir de dados qualificados. Para isso, estamos conduzindo essa pesquisa em parceria com a NOZ”, afirma, acrescentando que como forma de agradecimento pela contribuição, os participantes receberão um guia prático, no formato e-book, para o cuidado com a saúde da mente.
Na visão de Juliana Vanin, fundadora da NOZ Pesquisa e Inteligência, o levantamento tem um fim social claro, sem retorno financeiro para nenhuma empresa e com participação voluntária. “Essa isenção é essencial para conseguirmos traçar um cenário próximo da realidade e entendermos como as diferentes realidades afetam o comportamento e a saúde mental dos brasileiros. Por exemplo, parece evidente que o impacto do trabalho home-office, redução ou suspensão salarial é maior para pais e mães com filhos em idade escolar. O que queremos entender é como essas situações afetam, também, a saúde mental dessas famílias, tendo consequência não só durante a pandemia, mas também no longo prazo para nossa sociedade”, afirma Juliana.
Para participar da pesquisa e acessar o e-book, basta acessar o site
www.noz-pesquisaeinteligencia.com/bemdoestar

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