O que são os famosos gases de efeito estufa e quais as metas de São Paulo para amenizar os problemas causados por eles

É cada vez mais importante nos preocuparmos com a emissão de gases de efeito estufa (GEE) na atmosfera, pois provocam aquecimento global, o qual acarreta as mudanças no clima em todo o planeta, trazendo impactos como o desequilíbrio das chuvas, com prejuízos para a produção de alimentos, geração de energia, dano à biodiversidade e degradação socioambiental.
O efeito estufa, é preciso explicar, é um fenômeno natural de extrema importância para a existência de vida na Terra, pois é responsável pela manutenção de calor na superfície do planeta. Ele evita que haja grande amplitude térmica, o que possibilitou o desenvolvimento dos seres vivos, tal como os conhecemos. O problema é que a ação humana tem elevado as emissões dos GEE ocasionando alterações climáticas.
Os gases preponderantes na atmosfera são o nitrogênio e o oxigênio, mas eles não contribuem para o efeito estufa por serem transparentes tanto à radiação infravermelha quanto à luz visível. O dióxido de carbono (o CO2) ou gás carbônico, como é conhecido popularmente, é o mais abundante dos GEE emitidos por atividades humanas, como a queima de combustíveis fósseis como petróleo, carvão, gás natural e turfa. Atividades que modificam o uso da terra (especialmente a remoção de florestas, a agricultura e a pecuária e a urbanização), certos tipos de produção industrial ou de usos de produtos, o lixo e os esgotos, etc., também são produtores de GEE.
A grande concentração desses gases dificulta que o calor seja devolvido ao espaço, pois eles absorvem parte da radiação infravermelha emitida principalmente pela superfície terrestre e aumentam as temperaturas.
A Prefeitura de São Paulo está comprometida para a mitigação das emissões de carbono e tem como meta incondicional que a cidade até 2030 reduza em 20% as emissões de gases de efeito estufa em relação ao ano base de 2017, ainda que o ideal seja a meta condicionada na redução em 50%. Para isso, serão necessárias ações mais agressivas que dependem em maior medida de atores externos. Mas, falando de um modo geral, todos somos responsáveis pela mitigação de emissões de GEE: os governos, as empresas, as pessoas, as associações, as universidades, todos nós. Fonte: capital.sp.gov.br

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