Prefeito entrega Chave da Cidade à Corte do Carnaval

O prefeito Ricardo Nunes entregou na sexta-feira, 6 de fevereiro, na Fábrica do Samba, a Chave da Cidade à Corte do Carnaval 2026, em cerimônia que marca oficialmente o início da maior festa popular do país na capital. A partir do gesto simbólico, o comando da cidade passa às mãos do Rei Momo, André Luiz Alves, da Rainha, Pamela Lacerda, da Primeira Princesa, Victoria Santos, e da Segunda Princesa, Letícia Carolino, abrindo os quatro dias oficiais de desfiles no Sambódromo do Anhembi, além do tradicional Desfile das Campeãs.
Ao falar sobre a abertura oficial do Carnaval, o prefeito Ricardo Nunes destacou o simbolismo da entrega da Chave da Cidade à Corte carnavalesca. “Isso tem um simbolismo muito forte, especialmente pela importância que o Carnaval tem para a nossa cidade. É o prefeito entregando à Corte, que representa cada um de vocês e cada um de nós, tudo aquilo que é o Carnaval, todas as pessoas que fazem e que curtem o Carnaval”, disse.
O mais jovem Rei Momo da história do Carnaval paulistano, André Luiz Alves, de 25 anos, do Vai–Vai, aproveitou o momento para dar sua primeira ordem. “Como responsável pela cidade, deixo São Paulo aberta para todos os que querem curtir o Carnaval, deixando claro que é uma cidade diversa, onde é possível aproveitar o samba, os blocos, o esporte e muitas outras manifestações, sempre com responsabilidade, consciência e muito amor, porque o Carnaval é isso”, concluiu.
Realizada no principal polo de produção do carnaval paulistano, a cerimônia reforça a centralidade cultural, social e econômica da festa, organizada pela Liga Independente das Escolas de Samba de São Paulo. Ao todo, 32 escolas de samba — distribuídas entre o Grupo Especial e os Grupos de Acesso — estão prontas para levar à avenida um espetáculo que deve emocionar cerca de 350 mil pessoas nas arquibancadas e gerar mais de 25 mil empregos diretos e indiretos apenas no Sambódromo.
O presidente da Liga-SP, Renato Remondini, o Tomate, ressaltou a força do Carnaval de São Paulo como a manifestação cultural que mais movimenta investimentos no país, com impactos que vão além da festa e alcançam a economia e o desenvolvimento social. “O Carnaval de São Paulo é o mais valorizado do país. É uma festa com um olhar amplo para tudo, ele gera renda, emprego, entretenimento e também contribui para a saúde e a assistência social.”
Do Sambódromo para as ruas, o Carnaval de São Paulo se consolida como o maior do Brasil. Estão previstos 627 blocos espalhados por todas as regiões da cidade, com expectativa de reunir 16,5 milhões de foliões, gerar cerca de 50 mil empregos e movimentar R$ 3,4 bilhões na economia paulistana.
Para garantir que a festa aconteça com conforto e segurança, a Prefeitura organizou uma ampla estrutura operacional. No Sambódromo, são mais de 860 agentes da Guarda Civil Metropolitana e 62 câmeras do programa Smart Sampa. Em toda a cidade, o esquema de segurança envolve mais de 58 mil profissionais, entre GCM, Polícia Militar e equipes privadas, além de mais de 40 mil câmeras de monitoramento e 23 drones.
A estrutura de saúde também foi reforçada para atender qualquer eventualidade durante os dias de folia. A rede conta com 23 hospitais, 34 UPAs e 12 AMAs funcionando 24 horas por dia, além de 80 postos médicos e 960 profissionais de saúde dedicados ao atendimento dos foliões.
A mobilidade urbana foi planejada para facilitar o deslocamento da população, com 13 linhas especiais de ônibus, 150 linhas circulando durante a madrugada e a atuação de 12 mil agentes da CET e da SPTrans na organização do trânsito. Após a passagem dos blocos, o cuidado continua com a limpeza da cidade: são 3.900 agentes, 585 veículos de coleta e 245 pontos de descarte de lixo e reciclagem, promovendo geração de renda e sustentabilidade.
O Carnaval paulistano também avança na inclusão e no respeito. A festa conta com áreas acessíveis, interpretação dos sambas-enredo em Libras no Sambódromo e uma rede de acolhimento formada por 400 agentes de direitos humanos, além de tendas e unidades móveis preparadas para orientar e agir contra qualquer tipo de assédio ou discriminação.
Nunes também reforçou o compromisso da gestão municipal com um Carnaval inclusivo, respeitoso e acessível para todos. “A gente não pode ser apenas o maior Carnaval do Brasil, precisamos ser também o melhor. E ser o melhor significa ter respeito às pessoas com deficiência, atenção aos direitos humanos, combater a importunação das mulheres, o assédio, o preconceito e o racismo. Esse compromisso não é apenas da Prefeitura de São Paulo, mas também da Liga, da UESP, da nossa Corte e de cada integrante envolvido, para que possamos fazer um Carnaval para todos.”
A programação completa do Carnaval 2026 está disponível em www.carnavalsp.com.

Fonte: capital.sp.gov.br

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